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Reabilitação energética em reabilitação de edifícios

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Reabilitação energética em reabilitação de edifícios

É bastante conhecida a imensidão de edifícios a necessitarem de reabilitação, nos mais diversos locais, mas que pelas mais diversas razões, muitas vezes são locais onde não é possível implementar uma potencial reabilitação energética, não no conceito que habitualmente se pondera com soluções de isolamento com 4-5cm ou mais de espessura.


Se a solução de isolamento térmico pelo exterior é uma das opções equacionadas, facilmente encontrará obstáculos à concretização, quando estamos perante edifícios em locais históricos, em locais que limitam com a via pública, em locais onde não é permitida ou mesmo não se deseje alterar a fachada e, nos mais diversos constrangimentos que possam surgir e obstam à utilização desta solução.

Se a solução de isolamento térmico pelo interior for a solução ponderada, encontra sempre resistência devido ao espaço interior que ocupa ou à necessidade de deslocar, mesmo que temporariamente, os ocupantes durante o decorrer dos trabalhos.
 

Em muitas situações estaremos assim perante uma “simples” recuperação de uma fachada, com picagem, reparações pontuais, aplicação de um reboco de regularização seguido de um esquema de pintura ou de um revestimento em pasta.

Nestas situações não será realizada qualquer melhoramento energético mesmo sendo uma boa altura para o fazer, já que na generalidade existe a convicção de que um melhoramento energético se obtém apenas com espessuras de 4-5cm ou mais.

É um facto que quanto mais espessura de isolamento se utilizar melhor, mas também é um facto, que se deve ponderar o que se “ganha” com cada espessura de isolamento, já que o incremento de “ganhos” não é diretamente proporcional à espessura de isolamento utilizada.


No exemplo podemos verificar que até 7-8cm de espessura de isolamento o valor de U (Coeficiente de transmissão térmica) baixa de forma evidente, contudo à medida que vamos aumentando a espessura de isolamento a o incremento no valor de U deixa de ser tão pronunciado.

É certo que quando se trata de um edifício novo espessuras de isolamento maiores são permitidas, no entanto em situações de reabilitação de edifícios onde não se permitem espessuras de 4-5cm, como já referido, fica a grande questão:

As partir de que valores fará sentido, utilizar um produto/sistema, quando falamos de reabilitação energética? Um melhoramento de 15%? 20%? Só a partir de 50%?
 

Serão os decisores envolvidos em cada projeto a decidir na prática o que pretendem melhorar quando falamos de reabilitação energética de edifícios.

Com o reboco térmico BORAMIT ÖKOTHERM é possível diminuir as perdas energéticas permitindo assim também a reabilitação energética, na medida das condicionantes do próprio local e da especificidade do projeto. Como se trata de uma argamassa “normal” na sua aplicação, permite a utilização em qualquer tipo de fachada, em qualquer local e com espessuras até 4,5cm.

 
Fica desde logo a grande questão: mas que vantagem térmica se consegue obter com espessuras tão baixas de um reboco térmico?

Nos quadros abaixo com alguns cálculos simples, consegue-se perceber que vantagens se conseguem obter ao nível das perdas energéticas nos locais onde é utilizado o reboco térmico.


No caso de uma parede simples de alvenaria os resultados são bastante interessantes, mesmo com espessuras de 1,5cm, que na prática abrangerá imensas situações onde se recupera simplesmente uma fachada. Estamos a falar de uma melhoria de quase 30% o que na prática corresponderá não apenas na diminuição da fatura energética associada ao aquecimento/arrefecimento como também no melhoramento do conforto interno. Com esta melhoria muitas situações associadas a condensações interiores também se verão diminuídas ou mesmo eliminadas.
 

É possível na forma de gráfico visualizar o coeficiente de transmissão térmica para cada uma das situações, onde facilmente ser verifica a descida acentuada com a utilização de apenas 1,5cm de espessura de reboco térmico BORAMIT ÖKOTHERM.



No caso da parede dupla de alvenaria o ganho é menor, com valores de aproximadamente 21,9%, o que não deixa de ser um valor razoável quando estamos a falar de reabilitação energética, em cenários de reabilitação de edifícios.


Na prática o custo acrescido associado à utilização do reboco térmico BORAMIT ÖKOTHERM acaba por ser recuperado ao fim de alguns anos, contribuindo assim para uma melhor pegada ecológica.

 
Além da melhoria energética o reboco térmico BORAMIT ÖKOTHERM proporciona mais vantagens quando comparado com muitos rebocos ditos normais (não térmicos):
- Utilização pelo interior ou pelo exterior
- Proteção contra o fogo – o reboco térmico BORAMIT ÖKOTHERM tem classe A1 no comportamento ao fogo. Devido a ser constituído totalmente por produtos minerais, simplesmente não arde.
- Isolamento acústico – a utilização de 3cm de reboco térmico BORAMIT ÖKOTHERM proporciona uma redução de 18dB (500hz).
- Resistência à proliferação bacteriológica – sendo o boro um dos componentes de BORAMIT ÖKOTHERM, naturalmente resistente â ação química, está assegurada a maior resistência à proliferação bacteriológica.
- Totalmente natural – a sua composição à base de boro, vidro expandido e perlite assegura a sua sustentabilidade.
- Permeável ao vapor de água – sendo a fachada como a nossa pele, está assegurada uma adequada permeabilidade ao vapor de água. Quando usado pelo interior contribui para uma regulação natural da humidade do ar.
- Correção pontes térmicas: permite em situações limite, reduzir e/ou corrigir pontes térmicas pontuais.[/font]





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